"Um dia desses a encontrei sentada, olhando pro nada, acompanhada pela ansiedade, mas um pouco magoada. O que estaria acontecendo? Bem que queria saber. Minha curiosidade estava aguçada, não pude me conter. Me respondeu com um tom de serenidade ” Nada, está tudo bem, sempre está” Sorriu. Menina doce, sem muitas frescuras, diferentes de muitas que conheci, me completava e fazia falta, era o que ela mais sabia fazer, fazer falta, de estar, falar, olhar e sentir. Seu maior problema é não ter uma problema, era ser o problema, escondia para si tudo que podia, se calava fácil, não tinha uma ordem para nada, era uma bagunça constante, mas no fundo eu precisava dela, era essa bagunça que deixava saudades… eu tinha uma necessidade, e essa necessidade tinha nome, era ela!"